18 de maio de 2002
Retorno ao momento nerd….
Count Dooku to Master Yoda- “It is obvious that this contest can not be decided by our knowledge of the force...(*Light saber turning on*) but by our skills with the Light saber.”
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOHHHHHHHHHH!
(*another light saber turning on*)
Acho que esse momento nerd não vai passar tão cedo...
17 de maio de 2002
16 de maio de 2002
Fui informado por uma de minhas alunas que eu apareci no programa do Amaury Junior...
Pior, eu não consegui disfarçar que eu tinha percebido que estava sendo filmado...
Pior, eu lembro exatamente do momento que isso aconteceu, e lembro de ter pesando "Caralho, eu não queria ser filmado.. vou fingir que não vi.."
The Cow goes to the Swamp....
Pior, eu não consegui disfarçar que eu tinha percebido que estava sendo filmado...
Pior, eu lembro exatamente do momento que isso aconteceu, e lembro de ter pesando "Caralho, eu não queria ser filmado.. vou fingir que não vi.."
The Cow goes to the Swamp....
Entre as desconheidas, a fama pode ser algo poderoso... Mesmo entre os famosos, pode ser um delimitador... mas entre os artistas verdadeiros, pode ser um suplício.... e um fator de afastamento. Mesmo os que tentam agir tranquilamente, mais isso também pode ser fake. Sinceramente, sinceridade é mais sincero. E dignamente mais digno.
Ser devorado por olhos a distância mesmo que finjam ser frios e controlados, pode ser bom, mas também denotam o quanto ela se protege e não é confiante.
Por outro lado, mostra também que ela já se deixou levar pelo poder que lhe foi concedido... Calvino escreveria um conto sobre essa personagem....
Ser devorado por olhos a distância mesmo que finjam ser frios e controlados, pode ser bom, mas também denotam o quanto ela se protege e não é confiante.
Por outro lado, mostra também que ela já se deixou levar pelo poder que lhe foi concedido... Calvino escreveria um conto sobre essa personagem....
Estudos sobre Dramaturgia cênica me levaram a alguns escritores e principalmente a um em especial, o Mitólogo Joseph Cambell.
Christopher Vogler, o maior aplicador do Herói de Mil Faces (o mais comentado livro de Joe Campbell), em seu A Jornada do Escritor, um mapeador de roteiros hollywooddianos diz:
"No que nos interessa, um mito não é uma inverdade, nem um exagero fantástico, como geralmente se diz. Um mito, como Joseph Campbell gostava de dizer, é uma metáfora de um mistério além da compreensão humana. Ou seja, é uma comparação que nos ajuda a entender, por analogia, alguns aspectos de nossos eus misteriosos. Desse modo, um mito não é uma mentira, mas uma maneira de se chegar a uma verdade profunda.
E o que será, então uma história ? Também é uma metáfora, um modelo de algum aspecto do comportamento humano. É um mecanismo de pensamento, por meio do qual testamos nossas idéias e sentimentos sobre alguma qualidade humana e tentamos aprender mais sobre eles.
Um mito é um tipo especial de história, que lida com os deuses ou as forças de criação, e com as relações entre essas forças e sos seres humanos. Nem todas as histórias modernas são mitos, nem chegam a ter dimensões míticas, mas as histórias que contamos hoje em dia têm muita coisa em comum com a antiga energia que anima os mitos. Os padrões estruturais e os personagens arquetípicos dos mitos fornecem a base de todas as narrativas modernas...”
Christopher Vogler, o maior aplicador do Herói de Mil Faces (o mais comentado livro de Joe Campbell), em seu A Jornada do Escritor, um mapeador de roteiros hollywooddianos diz:
"No que nos interessa, um mito não é uma inverdade, nem um exagero fantástico, como geralmente se diz. Um mito, como Joseph Campbell gostava de dizer, é uma metáfora de um mistério além da compreensão humana. Ou seja, é uma comparação que nos ajuda a entender, por analogia, alguns aspectos de nossos eus misteriosos. Desse modo, um mito não é uma mentira, mas uma maneira de se chegar a uma verdade profunda.
E o que será, então uma história ? Também é uma metáfora, um modelo de algum aspecto do comportamento humano. É um mecanismo de pensamento, por meio do qual testamos nossas idéias e sentimentos sobre alguma qualidade humana e tentamos aprender mais sobre eles.
Um mito é um tipo especial de história, que lida com os deuses ou as forças de criação, e com as relações entre essas forças e sos seres humanos. Nem todas as histórias modernas são mitos, nem chegam a ter dimensões míticas, mas as histórias que contamos hoje em dia têm muita coisa em comum com a antiga energia que anima os mitos. Os padrões estruturais e os personagens arquetípicos dos mitos fornecem a base de todas as narrativas modernas...”
15 de maio de 2002
Alguns atores esperam ao lado do telefone para serem chamados para trabalhar como as grandes estrelas que são...
Sendo que apenas alguns desses rodam as agências com material e mostram a cara no Projac e outros lugares similares...
Outros ligam para os que estão trabalhando e perguntam se não tão precisando de alguém.
Alguns poucos estão engajados em projetos ou companhias e esperam que o produtor/diretor/encenador traga o material , o texto, o roteiro e/ou a dramaturgia para que eles executem ...
Alguns poucos (poucos mesmo) não esperam, agem. São autorais. Reúnem-se com seus companheiros, procuram se produzir e dirigir, e acabam por tão envolvidos com suas idéias acabam por acoplar algum bom produtor/diretor/encenador que os direcione ou auxilie a produzir. Esse processo, menos comum e mais trabalhoso é sem dúvidas, mais autoral e prazeroso.
Tenho a satisfação de ser esse ultimo exemplo. Não quer ser chamado pra trabalhos seja ruim, mas me parece mais fácil ser chamado para trabalhos grandiosos, como aconteceu recentemente enquanto estiver fazendo trabalhos simples dessa forma autoral.
Quando o bom é melhor que ótimo:
"No começo da corrida espacial os americanos descobriram que as canetas que possuíam não escreviam em gravidade zero. Chamaram uma empresa famosa, gastando milhões de dólares, criando uma caneta que escrevia em 0-G, baixas e altas temperaturas, debaixo d’água e de cabeça pra baixo... Os russos levaram lápis!"
Sendo que apenas alguns desses rodam as agências com material e mostram a cara no Projac e outros lugares similares...
Outros ligam para os que estão trabalhando e perguntam se não tão precisando de alguém.
Alguns poucos estão engajados em projetos ou companhias e esperam que o produtor/diretor/encenador traga o material , o texto, o roteiro e/ou a dramaturgia para que eles executem ...
Alguns poucos (poucos mesmo) não esperam, agem. São autorais. Reúnem-se com seus companheiros, procuram se produzir e dirigir, e acabam por tão envolvidos com suas idéias acabam por acoplar algum bom produtor/diretor/encenador que os direcione ou auxilie a produzir. Esse processo, menos comum e mais trabalhoso é sem dúvidas, mais autoral e prazeroso.
Tenho a satisfação de ser esse ultimo exemplo. Não quer ser chamado pra trabalhos seja ruim, mas me parece mais fácil ser chamado para trabalhos grandiosos, como aconteceu recentemente enquanto estiver fazendo trabalhos simples dessa forma autoral.
Quando o bom é melhor que ótimo:
"No começo da corrida espacial os americanos descobriram que as canetas que possuíam não escreviam em gravidade zero. Chamaram uma empresa famosa, gastando milhões de dólares, criando uma caneta que escrevia em 0-G, baixas e altas temperaturas, debaixo d’água e de cabeça pra baixo... Os russos levaram lápis!"
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