2 de agosto de 2003

DON'T STAND SO CLOSE TO ME
The Police

Young teacher the subject
Of schoolgirl fantasy
She wants him so badly
Knows what she wants to be
Inside her there's longing
This girls is an open page
Book marking she's so close now
This girl is half his age

DON'T STAND SO CLOSE TO ME

Her friends are so jealous
You know how bad girls get
Sometimes it's not so easy
To be the teahcer's pet
Temptation, frustation
So badly it makes him cry

Wet bus stop, she's waiting
His car is warm and dry
DON'T STAND SO CLOSE TO ME

Loose talk in the classroom
To hurt they try and try
Strong words in the staffroom
The accusations fly
It's no use
He sees her
He starts to shake he starts to cough
Just like the old man in
That famous bok by Nabakov*


DON'T STAND SO CLOSE TO ME

*o Famoso livro de Vladmir Nabakov, todos sabem.... Lo.Li.Ta.

28 de julho de 2003

1. The Magician

They asked St Germain's manservant if his master was truly a thousand years old, as it was rumoured he had claimed.
'How would I know?' the man replied. 'I have only been in the master's employ for three hundred years.'

Vampire Tarot from Neil Gaiman

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Existe uma quantidade de Magos enorme na literatura mundial que eu adoro.

- O Tio do Aladdin (do Mil e uma noites)
- The Wonderful Wizard of OZ (de L. Frank Baum)
- Merlin (de TANTOS livros e lendas, em especial os de Thomas Malory, T.H. White, Marion Zimmer Bradley e Bernard Cornwell)
- Archelaus (do conto Amandis de Gales)
- Atalante (Orlando Furioso)
- Miriamor Lluagor (The Silver Stallion)
- Doctor Vandermast (Mistress of Mistresses)
- Gandalf The Gray (The Hobbit - Lord of the Rings)

E tantos outros... Mas um dos que eu mais gosto, não podia deixar de ser, é o Prospero, Duque Legítimo de Milão, Mago Branco da Obra Prima A Tempestade, de Shakespeare. Contada numa linguagem rica e luxuosa, a peça é suave, sofisticada, iluminada com brilhantes encantadoras passagens poéticas, em especial Invocação de os espíritos do ar do mago:

Ye Elves of hills, brooks, standing lakes and groves,
And ye on the sands with printless foot
Do chase the ebbing Neptune, and do fly him
When he comes back: you demy-Puppets that
By Moon-shine do the green sour riglets make,
Whereof the Ewe not bites: and you , whose pastimes
Is to make Midnight mushrooms, that rejoice
To Hear the solemn Curfew; by whose aid
(Weak Masters thought ye be) I have bedimmed
The Noon-tide sun, call'd forth the mutions Winds,
and twixt the green Sea and the azur'd vault
Set roaring War. To the dread rattling Thunder
Have I given fire, and rifted Jove's stout Oak
By my so potent Art. But this rought Magic
I here abjure: and when I have requir'd
Some heavely Music (wich even now I do)
To work mine end upon their Senses, that
Yhis Airy-charm is for, I'll break my staff
Bury it certain fathoms in the earth,
And deeper that did ever Plummet sound
I'll drown my book.


Magia Poética. Um personagem que eu gostaria de fazer.
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27 de julho de 2003

Domingo solitário. Nada acontece. Nem uma lilha se move, nem uma luz se acende.
Nem mesmo um telefone, uma mensagem, uma garrafa com uma mensagem nesse imenso mar de calamaria.
Aonde está a tempestade? E a bonânça? Nada acontece. Nehuma alma se mexe. Nada acontece, nada acontece....

26 de julho de 2003

"O céu é meu teto,
a Terra minha pátria,
e a liberdade minha
religião"


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"...Cada Estrela tem vida, no sentido literal do termo, portanto está habitada por uma forma de consciência, a mesma que eexiste em cada partícula infinitesimal nuclear. E esta vida unviversal, única, se subdivide em inumeráveis planos de existência e consciência! Para o Tantra, enche até a vida interestelar... impensável? Talvez...mas a imensidão do universo é impensável! Inclusive para o astrônomo que faz malabarismos com as centenas de milhares de anos-luz. Essas distâncias enormes são inimagináveis e entretanto são bem reais! " (Tantra, el Culto de lo Femenino - Van Lysebeth)

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"Todo homem, toda mulher é uma Estrela...."

24 de julho de 2003

A cada dia, a cada passo, a cada opção, uma magia é feita.
Cada dia meu é um ato mágico. Uma função acima do normal, do mediano.
Essa epopéia de erros, desafios, lutas e vitórias só tem sentido se forem vistas assim, como algo acima do comum.

"Magia é a arte de dominar as leis da natureza, produzindo fenômenos que, aparantemente as contrariam. Na verdade, a Magia nada mais é senão a parte da ciência que ainda não foi suficinetemente estudada para ser aceita como tal." Sri ÔM De

Poesia e Lucidez.

23 de julho de 2003

Eu, enquanto empresário e produtor de mim mesmo sou muito ruim. Em momentos que opto estar com os meus colegas de profissão em vez dos amigos, em especial aqueles mesmos momentos em que tenho que estabelecer essa divisão me dói e me geram uma certa culpa.

Mas são os ossos do ofício. Misturas as egrégoras eu já vi que não funciona e, mais do que isso, não posso me apegar à Moral que me proibiria de saber utilizar essa vantagem de ter dois ou mais círculos de conhecidos. Pelo contraio, ontem eu tive a maior prova que, sabendo lidar com isso, sem culpa mas com educação e discernimento eu sou altamente favorecido.

Ontem fiquei sabendo que um antigo colega de trabalho de meu começo juvenil de carreira estava no Rio e marquei de encontra-lo. Parti tarde, horário que o sujeito me ligou para o Baixo Gávea, ao mesmo tempo que avisei amigos atuais meus que estaria por lá. Eles marcaram de me retornar no meu celular, mas como celular é aquela coisa que você nunca sabe quando vai funcionar direito ou não, aparentemente eles devem ter tentado me retornar em algum momento "sem serviço". Bom, chego na mesa do meu amigo e ele está acompanhado de pessoas também do meu passado no meio, mas que mantive contato e hoje me tratam de forma normal, em especial algumas que trabalhei recentemente e não tenho mais motivos pra conviver. Estava um pouco desconfortável, mas querendo ficar e me aproximar desse meu colega pra conversarmos. Neste momento me aparecem meus queridos amigos atuais e percebendo que eu estava "ocupado" me avisaram que estariam no outro bar sentado. Eu, cheio de dedos e um pouco de culpa, respirei fundo e disse que já estaria com eles. Nos meus comportamentos passados, bem “mal passados”, eu teria ficar roendo as unhas na mesa, esperando as pessoas decidirem ir embora para poder ir de encontro, encabulado do meu outro grupo. Mas mantive-me animado e dessa vez, até pela deixa do foco dos amigos, me tornei o assunto da mesa. Dai em diante participei ativamente dos assuntos, até o momento em que senti que estes morreriam e voltaríamos a ficar naquele estado anterior de mesas cheias de bar. Nesse momento me desapeguei completamente do fato de ter de "fazer mesa" para os amigos antigos, uma vez que realmente ia ter que fazer malabarismos para retornarmos a assuntos interessantes e levantei e me despedi, dizendo que tinha que ir para outra mesa onde meus amigos estavam me esperando.

Domingos de Oliveira diz que o melhor da festa é o fim da festa e eu concordo, se for uma boa festa. Mas acho que a arte de saber quando ir embora, que aprendi com um famoso ator de grande sucesso e ao qual tenho admiração e carinho, é a grande sabedoria de conviver nesse glamuroso meio artístico.
Ouvi uns comentários, mas refutei com firmeza e educação que TINHA que encontrar meu amigos, até brincado com o status social deles (amigos empresários, oras!) e parti para o outro bar. Como estava feliz de ter agido assim, com controle, maturidade e discernimento. E como achava que tinha sido bem educado, não estava preocupado de ter ficado algum clima nesse movimento. Confesso que estava até de certa forma orgulhoso, mas nem todo o orgulho que eu possa ter me preparou para o que veio a seguir.

Encontrei meus amigos e com muita felicidade, me sentei a mesa, que já estava animada e pude relaxar e compartilhar esse encontro. Papo vai, papo vem, descubro que, poucas horas depois, meu amigo da outra mesa e algumas outras pessoas vieram a minha mesa se despedir de mim.

Sobre brincadeiras de "seu tratante", uma outra amiga que também estava na mesa e que também não via a muito tempo, mas estava entretida antes e não havia me dado a mesma atenção que o outro amigo, veio à minha mesa reforçar que gostaria de me ver de novo.

Fiquei muito feliz, ainda amais porque estava na mesa que me deixa mais confortável e essas mesmas pessoas de meu passado, que me viram molecote, bobo, influenciável, que poderia passar a noite toda com eles só para fazer essa "média" observaram essa pequena ma definitiva evolução e por isso não deixei de perceber essa admiração à minha lealdade aos meus próprios sentimentos. Não gostamos das pessoas que estão de bem com elas mesmas, que sabem se cuidar. Se uma pessoa expressa amor para o básico, sua própria pessoa, ela está apta a expressar esse sentimento aos outros. Quem quer conviver com inseguros, depressivos, por opção?

Segui minha noite com meus amigos atuais, feliz desse aprendizado prático e mais feliz de não ter feito com ninguém, seguindo como base o simples fato de me tratar bem e com isso tratar bem e educadamente o que está ao meu redor.

Engraçada essa minha tendência de transformar tudo um épico. Mas foda-se, a vida é minha e se eu a vejo assim, quem vai me dizer que eu estou errado?

E não acho mesmo que é ego é uma coisa pra ser tolida, castrada. O Ego é belo, deve ser domado, disciplinado. UM Cavalo selvagem e vistoso você pode castra-lo pra ser amansado ou você pode doma-lo e fazer com que ele se torne sua leal montaria. Ela me faz cavalgar mais longe, mais depressa aos meus objetivos e me mostra a mais bela das paisagens. Mais do que provado.

“Nunca diga não à sua verdadeira vontade!”