Como é difícil sair do estático... Mas beleza, vamos nessa, com "desapego e diligencia" :)
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Momento propaganda (essa eu indico):
Teatro
Susanna Kruger
Shakespeare – cenas, solilóquios e canções
Atualmente os atores estão muito voltados a atingir sempre um resultado inovador, criativo, e isso faz com que muitas vezes se resolva uma cena sem que ela tenha sido realmente feita. Esse fenômeno se dá pela pouca importância atribuída às palavras como meio principal do teatro. E a descoberta do que se deve fazer antes de dizer a fala. Esse momento que antecede à fala é onde fazemos teatro. E, quando esse trabalho acontece, o corpo responde imediatamente de forma harmônica, trazendo à tona o que é necessário expressar.
Tendo cenas, solilóquios e canções de Shakespeare como ponto de partida, vamos desenvolver um breve estudo dessa alquimia: a palavra e o corpo na cena do ator.
Horários:
Terças e quintas-feiras das 16 às 18:30 horas
início: 06/01/2004
término: 19/02/2004
Local: Porão da Casa de Cultura Laura Alvim
Sete semanas – 14 aulas (35 horas)
R$ 320,00 ou 2 x 160,00
Terças-feiras das 18:30 às 21:30 horas
início: 06/01/2004
término: 17/02/2004
Local: Porão da Casa de Cultura Laura Alvim
Sete semanas – 7 aulas (21 horas)
R$ 290,00 ou 2 x 145,00
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Outro dia estava numa discussão inflamada sobre pena de morte e não parava de pensar nas sábias palavras do Mago Gandalf retrucando o argumento de Frodo que Gollum merecia morrer:
"Merecia! Ouso dizer que sim. Muitos que vivem merecem a morte. E alguns que morrem merecem viver. Você pode dar-lhes a vida? Então não seja tão ávido para julgar e condenar alguém à morte. Pois mesmo os muito sábios não conseguem ver os dois lados. "
As pessoas que defendem a pena de morte no Brasil acham que a coisa pode melhorar com isso, por coagir um criminosos a não cometer crimes esquecem que essa medida não resolve o problema da impunidade e provavelmente só pioraria as coisas, pois os bodes expiatórios seriam executados e quem consegue escapar de cadeia consegue muito mais facilmente escapar de pena de morte. Eu acredito sim, em educação e trabalho forçado. Viagens minhas...
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Estréio a peça "O Mentiroso" dia 3 de fevereiro .... terças e quartas no Teatro Miguel Falabella... depois conto detalhes
8 de janeiro de 2004
5 de janeiro de 2004
4 de janeiro de 2004
Bom, agora é oficial:
Estou Noivo! :)
Noivo e feliz :)))))
Passamos dias maravilhosos juntos em SP e no Rio, e hoje ela voltou pra sua casa em Moema, mas ela levou meu coração e meus pensamentos. Te amo Minha Parvati Linda ;)
Agora é pensar no trabalho e sonhar com quando nos veremos de novo, em fevereiro ;)
Mês de meter a cara em tudo que é lugar até conquistar meu lugar ao sol, chega de anonimato, preguiça e estática.
Way to go! ;)
Estou Noivo! :)
Noivo e feliz :)))))
Passamos dias maravilhosos juntos em SP e no Rio, e hoje ela voltou pra sua casa em Moema, mas ela levou meu coração e meus pensamentos. Te amo Minha Parvati Linda ;)
Agora é pensar no trabalho e sonhar com quando nos veremos de novo, em fevereiro ;)
Mês de meter a cara em tudo que é lugar até conquistar meu lugar ao sol, chega de anonimato, preguiça e estática.
Way to go! ;)
3 de janeiro de 2004
15 de dezembro de 2003
10 de dezembro de 2003
Aos casados a muito tempo,
Aos que não casaram,
Aos que vão casar,
Aos que acabaram de casar,
Aos que pensam em se separar,
Aos que acabaram de se separar,
Aos que pensam em voltar...
Reflitam!
Por mais que o poder e o dinheiro tenham conquistado uma ótima posição no
ranking das virtudes, o amor ainda lidera com folga, ainda que hoje quase
todos tenham tanto medo de se entregar ao amor. Tudo o que todos querem é
amar. Encontrar alguém que faça bater forte o coração e justifique loucuras.
Que nos faça entrar em transe. Que nos faça revirar os olhos, rir à toa,
cantarolar no trânsito engarrafado. Tem algum médico aí? Depois que acaba
esta paixão retumbante, sobra o que? O amor. Mas não o amor mistificado, que
muitos julgam ter o poder de fazer levitar. O que sobra é o amor que todos
conhecemos, o sentimento que temos por mãe, pai, irmão, filho. É tudo o
mesmo amor, só que entre amantes existe sexo. Não existem vários tipos de
amor, assim como não existem três tipos de
saudades, quatro de ódio, seis espécies de inveja. O amor é único, como
qualquer sentimento, seja ele destinado a familiares, ao cônjuge ou a Deus.
A diferença é que, como entre homem e mulher não há laços de sangue, a
sedução tem que ser ininterrupta. Por não haver nenhuma garantia de
durabilidade, qualquer alteração no tom de voz nos fragiliza, e de cobrança
em cobrança, ou de machucadas em machucadas acabamos por sepultar uma
relação que poderia ser eterna. Amo você para lá, amo você para cá. Lindo,
mas insustentável. O sucesso de uma relação exige mais do que declarações
românticas. Entre duas pessoas que resolvem se amar, tem que haver muito
mais do que amor. É preciso que haja, antes de mais nada, respeito. Respeito
ao outro. Agressões zero. Disposição para ouvir argumentos alheios. Muita
paciência. Amor, só, não basta. Não pode haver competição. Nem comparações.
Tem que ter jogo de cintura para acatar regras que não foram previamente
combinadas. Tem que haver bom humor para enfrentar imprevistos, acessos de
carência, infantilidades. Tem que saber levar. Amar, só, é pouco. Tem que
haver inteligência. Um cérebro programado para enfrentar tensões
pré-menstruais, rejeições, demissões inesperadas, contas para pagar. Tem que
ter disciplina, dar exemplo, não gritar! Tem que ter um bom psiquiatra. Não
adianta, apenas, amar. Entre casais que se unem visando à longevidade da
relação tem que haver um pouco de silêncio, amigos de infância, vida
própria, um tempo para cada um. E muito tempo para os dois juntos. Tem que
haver confiança. Uma certa camaradagem, às vezes fingir que não viu, fazer
de conta que não escutou. É preciso entender que união não significa,
necessariamente, fusão. E que amar, 'solamente', não basta. Entre homens e
mulheres que acham que o amor é só poesia, tem que haver discernimento, pé
no chão, racionalidade. Tem que saber que o amor pode ser bom, pode durar
para sempre, mas que sozinho não dá conta do recado. O amor é grande mas não
é dois. É preciso convocar uma turma de sentimentos para amparar esse amor
que carrega o ônus da onipotência. O amor até pode nos bastar, mas ele
próprio não se basta. Um bom amor aos que já têm! Um bom encontro aos que
procuram! E felicidades a todos nós!
(por Arthur da Tavola, enviado para mim pela Minha Parvati Linda)
Aos que não casaram,
Aos que vão casar,
Aos que acabaram de casar,
Aos que pensam em se separar,
Aos que acabaram de se separar,
Aos que pensam em voltar...
Reflitam!
Por mais que o poder e o dinheiro tenham conquistado uma ótima posição no
ranking das virtudes, o amor ainda lidera com folga, ainda que hoje quase
todos tenham tanto medo de se entregar ao amor. Tudo o que todos querem é
amar. Encontrar alguém que faça bater forte o coração e justifique loucuras.
Que nos faça entrar em transe. Que nos faça revirar os olhos, rir à toa,
cantarolar no trânsito engarrafado. Tem algum médico aí? Depois que acaba
esta paixão retumbante, sobra o que? O amor. Mas não o amor mistificado, que
muitos julgam ter o poder de fazer levitar. O que sobra é o amor que todos
conhecemos, o sentimento que temos por mãe, pai, irmão, filho. É tudo o
mesmo amor, só que entre amantes existe sexo. Não existem vários tipos de
amor, assim como não existem três tipos de
saudades, quatro de ódio, seis espécies de inveja. O amor é único, como
qualquer sentimento, seja ele destinado a familiares, ao cônjuge ou a Deus.
A diferença é que, como entre homem e mulher não há laços de sangue, a
sedução tem que ser ininterrupta. Por não haver nenhuma garantia de
durabilidade, qualquer alteração no tom de voz nos fragiliza, e de cobrança
em cobrança, ou de machucadas em machucadas acabamos por sepultar uma
relação que poderia ser eterna. Amo você para lá, amo você para cá. Lindo,
mas insustentável. O sucesso de uma relação exige mais do que declarações
românticas. Entre duas pessoas que resolvem se amar, tem que haver muito
mais do que amor. É preciso que haja, antes de mais nada, respeito. Respeito
ao outro. Agressões zero. Disposição para ouvir argumentos alheios. Muita
paciência. Amor, só, não basta. Não pode haver competição. Nem comparações.
Tem que ter jogo de cintura para acatar regras que não foram previamente
combinadas. Tem que haver bom humor para enfrentar imprevistos, acessos de
carência, infantilidades. Tem que saber levar. Amar, só, é pouco. Tem que
haver inteligência. Um cérebro programado para enfrentar tensões
pré-menstruais, rejeições, demissões inesperadas, contas para pagar. Tem que
ter disciplina, dar exemplo, não gritar! Tem que ter um bom psiquiatra. Não
adianta, apenas, amar. Entre casais que se unem visando à longevidade da
relação tem que haver um pouco de silêncio, amigos de infância, vida
própria, um tempo para cada um. E muito tempo para os dois juntos. Tem que
haver confiança. Uma certa camaradagem, às vezes fingir que não viu, fazer
de conta que não escutou. É preciso entender que união não significa,
necessariamente, fusão. E que amar, 'solamente', não basta. Entre homens e
mulheres que acham que o amor é só poesia, tem que haver discernimento, pé
no chão, racionalidade. Tem que saber que o amor pode ser bom, pode durar
para sempre, mas que sozinho não dá conta do recado. O amor é grande mas não
é dois. É preciso convocar uma turma de sentimentos para amparar esse amor
que carrega o ônus da onipotência. O amor até pode nos bastar, mas ele
próprio não se basta. Um bom amor aos que já têm! Um bom encontro aos que
procuram! E felicidades a todos nós!
(por Arthur da Tavola, enviado para mim pela Minha Parvati Linda)
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