10 de agosto de 2004

Preciso de uma ajuda amiga: Tenho um teste pro dia 30, no qual devo fazer um monólogo de 1 minuto com um texto hiper hilário, bem coloquial, contemporâneo, bem atual mesmo, se se encaixe no meu perfil (30 anos + ou -, carioca) mas que não seja apelativo, escatológico, mas sim, de um humor fino (estilo Millôr, Verissimo ou algo como esses sitcoms que dê pra adaptar e tirar a linguagem americana) POR FAVOR, quem puder, envie para mim! Grato!

6 de agosto de 2004

Indo pra Sâo Paulo. Nunca com tempo pra escrever. MAs livre pra viver e amar. FUI!
(maldito Fotolog, seus bugs e banners!)

5 de agosto de 2004

Dia caótico ontem. De encontros e desencontros. Muita coisa deu errada, outras foram melhor que não dessem certa, e algumas deram, mas talvez, talvez fossem melhor que dessem erradas. COMPLEXO! Tudo porque alem de deixar o celular em casa, não consigo visualizar a bateria dele por um problema na tela, e nunca sei quando ela acaba! Pra quem eu revi, falei, ajudei e me ajudou, um beijo! Pra quem eu furei e deixei na mão, foi mal. AINDA vou ser o Multi-Homem dos Impossíveis!

4 de agosto de 2004

Hoje é um dia de trabalho como outro qualquer. Hoje vou fazer um teste como outro qualquer.

Preciso pensar assim, pra poder relaxar e gozar. Pra sair bem. Se eu repetir bastante até acredito. Preciso ficar atento e não deixar essa oportunidade passar.

30 de julho de 2004

Indo para São Paulo encontrar amor e amigos.
Retorno na segunda.
Degustem o fim de semana. :P

28 de julho de 2004

Minha crônica preferida de infância, altamente teatral, que sempre me fez sonhar com a  doçura que se escondia atrás da cara sisuda desse Velho Braga
Negócio de menino (março, 1964)
Tem dez anos, é filho de um amigo, e nos encontramos na praia:
— Papai me disse que o senhor tem muito passarinho...
— Só tenho três.
— Tem coleira?
— Tenho um coleirinha.
— Virado?
— Virado.
— Muito velho?
— Virado há um ano.
— Canta?
— Uma beleza.
— Manso?
— Canta no dedo.
— O senhor vende?
— Vendo.
— Quanto?
— Dez contos.
Pausa. Depois volta:
— Só tem coleira?
— Tenho um melro e um curió.
— É melro mesmo ou é vira?
— É quase do tamanho de uma graúna.
— Deixa coçar a cabeça?
— Claro. Come na mão...
— E o curió?
— É muito bom curió.
— Por quanto o senhor vende?
— Dez contos.
Pausa.
— Deixa mais barato...
— Para você, seis contos.
— Com a gaiola?
— Sem a gaiola.
Pausa.
— E o melro?
— O melro eu não vendo.
— Como se chama?
— Brigitte.
— Uai, é fêmea?
— Não. Foi a empregada que botou nome. Quando ela fala com ele, ele se arrepia todo, fica todo despenteado, então ela diz que é Brigitte.
Pausa.
— O coleira o senhor também deixa por seis contos?
— Deixo por oito contos.
— Com a gaiola?
— Sem a gaiola.
Longa pausa. Hesitação. A irmãzinha o chama de dentro dágua. E, antes de sair correndo, propõe, sem me encarar:
— O senhor não me dá um passarinho de presente, não?
Rubem Braga

21 de julho de 2004

Será que alguem ainda lê isso ??? :P
Teste! Teste! Teste! 1, 2, 3... Teste! ;P