Agenda da semana LOTADA!
Terça - Feira 11/06
Ensaios Mc Marcinho & Mr Catra .:. CatWalk - Daniel Braga
Tersambalanço .:. Nuth - Daniel Braga
Quarta - Feira 12/06
FunkHop .:. Baroneti - Daniel Braga
Quinta - Feira 13/06
Nuth - Daniel Braga
Ensaios Dj Marlboro .:. Hard Rock - Daniel Braga
Sexta - Feira 14/06
BlackPower .:. The Joker - Daniel Braga
Mariuzinn - Daniel Braga
Daniel, mudança na agenda sexta Sai Mzinn entra MonoBloco - CIrco Voador, ok? Prioridade pra The Joker..espanca la..uma boa ir no Circo, chegar la umas 23 hs e 1 hora,1:30 hs chegar na The Joker Consegue? Abraaço amigao
Domingo 16/06
(Baixo Gávea, comemorar aniversário da minha irmã, depois...)
Por do Samba .:. Sky Lounge - Daniel Braga
Isso que eu tenho que trabalhar em duas produções, cortar cabelo, fazer exercícios,
leitura de peças, teste.... UFA!!!!!
11 de julho de 2006
21 de junho de 2006
Enquanto a voz deliciosa da Patricia Marx canta juntamente com os graves da batida de drum´n´bass, eu procuro meus afazeres do dia e olho pela janela o lindo sol que está lá fora. Pessoas queridas sinalizam boas noticias, aventuras e descobertas se mostram no horizonte. Não, não estou tranqüilo, meu emocional ainda está muito abalado. Ainda não me acostumei, mesmo, pois tudo que vivi foi muito profundo e longe demais pra esquecer, mas esquecer pra que? Me vejo pensando que não devo esquecer, nem desacreditar, mas sim, pensar, de forma positiva, que estou me apaixonando por mim mesmo. Me cuidando em umas coisas, e logo, logo, me cuidando em todo. Mas ainda dói....
***************
Sexta - Feira 23/06 (amanhã):
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Agenda a toda
Quarta - Feira 21/06 (Hoje):
Reunião de produção da peça da Daní "Garras Cuvas e um Canto Sedutor"que farei assistência de direção as 19hs
Tirar fotos da festa FunkHop .:. Baronneti pro site www.noiteuniversitaria.com.br apartir duas 23:30
Quinta - Feira 22/06 (amanhã):
Tirar fotos na hora do Jogo do Brasil na Arena Morro da Urca
E de noite também fotos nos Ensaios Dj Marlboro .:. Hard Rock
Sexta - Feira 23/06 (amanhã):
Leitura da peça A Primeira Vez Que Eu Disse Eu Te Amo da Pitty Webo que estou produzindo
Sabado 24/06
Tirar fotos da festa Confidential .:. Baronneti
Domingo Sabado 25/06
Transylvania Chronicles Livro II Preludio entre o I e II capitulos na casa do Leo & Bea
UFA!
19 de junho de 2006
Tenho dois amigos,
Dois anjos
Dois personagens de uma canção
Leo & Bea
Não existe como descrever minha gratidão
Eles fazem muito por mim, sem pedir nada em troca
Eles são amigos de verdade, como poucos conseguem ser
Por mais de uma vez
Por varias vezes
Adoro os dois
De verdade
Obrigado, amigos
Espero que seus planos
Viagem, cria, carreira e formação
Vingue, supere as expectativas
Seja mais do que vocês merecem
Do muito que merecem
Porque vocês merecem muito mais ainda
Dois anjos
Dois personagens de uma canção
Leo & Bea
Não existe como descrever minha gratidão
Eles fazem muito por mim, sem pedir nada em troca
Eles são amigos de verdade, como poucos conseguem ser
Por mais de uma vez
Por varias vezes
Adoro os dois
De verdade
Obrigado, amigos
Espero que seus planos
Viagem, cria, carreira e formação
Vingue, supere as expectativas
Seja mais do que vocês merecem
Do muito que merecem
Porque vocês merecem muito mais ainda
14 de junho de 2006
12 de junho de 2006
Um dia muito difícil
Não foi a toa que acordei com aquela sensação de tinha tido um pesadelo, mas que não lembrava como havia sido. Era um prenuncio de um dia muito difícil que se anunciava. Não que o dia anterior tivesse sido maravilhoso, mas pelo menos eu havia dado uma volta com amigos, mesmo que voltado cedo pra casa. Depois da meia noite (ou seja, quando começou tecnicamente o tal dia difícil) tentei em vão me comunicar com as pessoas na rua. Algumas prometiam retorno, outras me diziam pra onde estavam indo, como se eu fosse um habituê da noite carioca, mas não conheço mais nada. Fosse como fosse, resolvi dar vez aos que disseram retornar. Dormi e acordei de manhã com aquela sensação já descrita.
O sol do dia difícil até que estava bonito, mas mal pude aproveitá-lo, minha irmã agora partia para Brasília com seu comboio de malas. Logo depois resolvi conversar com alguns amigos no MSN, disparei torpedos convidando pessoas para andar no calçadão ou pegar uma praia, mas infrutífero. Acabei dando uma volta com um amigo, tentamos chorar nossas magoas, mas me parece que foi pior do que falar de amenidades e fingir que nada nos aflige.
Então realmente tive a parte dramática do dia. Fui pegar uma pequena sacola de roupas que ela trouxe de sampa. Sim, ela veio a trabalho pro Rio. Não nos falamos nos dois dias anteriores, mas podíamos sentir, inquietos a presença um do outro na mesma cidade, na mesma zona sul. Encontrei com ela. Ela está bem. Muito bem. Parece que recebeu uma carta de alforria. Esta mais magra, super bem vestidinha. Não brigamos, tentamos ser impessoais, mas conversamos, tomamos café, rimos, choramos... Doeu muito a despedida. E vê-la tão bem me fez perceber que eu já deveria ter feito isso, de deixá-la livre , a muito mais tempo. Não consegui parar de chorar durante quatro horas. Mas foi bom assim, solta, liberta.
Começo a me organizar pra ir pro meu novo trabalho de tirar fotos na night prum site . Começa a chover. Chego na gávea, já molhado e descubro que o evento foi cancelado. Passo no baixo gávea para ver se faço uma hora pra esperar a chuva passar, mas apesar de conhecidos nas mesas, nenhuma me foi convidativa. Fico então sentado naquele famoso ponto de ônibus da praça Santos Dumont esperando um circular, ensopado.
Chego em casa e descubro que ainda preciso conseguir sono pra atravessar o resto da madrugada, que, apesar de não ser mais parte do dia difícil, retêm a energia do que havia passado. E hoje, a chuva não cessa, me recordando de como foi esse dia difícil que passou por cima de minha alma e me deixou amassado, molhado, do avesso, engasgado.
Não foi a toa que acordei com aquela sensação de tinha tido um pesadelo, mas que não lembrava como havia sido. Era um prenuncio de um dia muito difícil que se anunciava. Não que o dia anterior tivesse sido maravilhoso, mas pelo menos eu havia dado uma volta com amigos, mesmo que voltado cedo pra casa. Depois da meia noite (ou seja, quando começou tecnicamente o tal dia difícil) tentei em vão me comunicar com as pessoas na rua. Algumas prometiam retorno, outras me diziam pra onde estavam indo, como se eu fosse um habituê da noite carioca, mas não conheço mais nada. Fosse como fosse, resolvi dar vez aos que disseram retornar. Dormi e acordei de manhã com aquela sensação já descrita.
O sol do dia difícil até que estava bonito, mas mal pude aproveitá-lo, minha irmã agora partia para Brasília com seu comboio de malas. Logo depois resolvi conversar com alguns amigos no MSN, disparei torpedos convidando pessoas para andar no calçadão ou pegar uma praia, mas infrutífero. Acabei dando uma volta com um amigo, tentamos chorar nossas magoas, mas me parece que foi pior do que falar de amenidades e fingir que nada nos aflige.
Então realmente tive a parte dramática do dia. Fui pegar uma pequena sacola de roupas que ela trouxe de sampa. Sim, ela veio a trabalho pro Rio. Não nos falamos nos dois dias anteriores, mas podíamos sentir, inquietos a presença um do outro na mesma cidade, na mesma zona sul. Encontrei com ela. Ela está bem. Muito bem. Parece que recebeu uma carta de alforria. Esta mais magra, super bem vestidinha. Não brigamos, tentamos ser impessoais, mas conversamos, tomamos café, rimos, choramos... Doeu muito a despedida. E vê-la tão bem me fez perceber que eu já deveria ter feito isso, de deixá-la livre , a muito mais tempo. Não consegui parar de chorar durante quatro horas. Mas foi bom assim, solta, liberta.
Começo a me organizar pra ir pro meu novo trabalho de tirar fotos na night prum site . Começa a chover. Chego na gávea, já molhado e descubro que o evento foi cancelado. Passo no baixo gávea para ver se faço uma hora pra esperar a chuva passar, mas apesar de conhecidos nas mesas, nenhuma me foi convidativa. Fico então sentado naquele famoso ponto de ônibus da praça Santos Dumont esperando um circular, ensopado.
Chego em casa e descubro que ainda preciso conseguir sono pra atravessar o resto da madrugada, que, apesar de não ser mais parte do dia difícil, retêm a energia do que havia passado. E hoje, a chuva não cessa, me recordando de como foi esse dia difícil que passou por cima de minha alma e me deixou amassado, molhado, do avesso, engasgado.
5 de junho de 2006
Ainda cantando, quem sabe assim me convenço que tudo vai ficar legal:
Eu e o Batman dando uma de Billie Holiday
Am I Blue?
Am I blue, am I blue?
Aint these tears in my eyes tellin' you
Am I blue, you'de be too
If each plan with your woman
Done fell through
Was a time I was her only one
But now I'm the sad and lonely one, Lordy
Was I gay, till today
Now she's gone and we're through
Am I blue?
Was I gay, till today
Now she's gone and we're through
Am I blue?
Oh he's gone, left me
Am I blue?
(You makin´me soo blue)
Eu e o Batman dando uma de Billie Holiday
Am I Blue?
Am I blue, am I blue?
Aint these tears in my eyes tellin' you
Am I blue, you'de be too
If each plan with your woman
Done fell through
Was a time I was her only one
But now I'm the sad and lonely one, Lordy
Was I gay, till today
Now she's gone and we're through
Am I blue?
Was I gay, till today
Now she's gone and we're through
Am I blue?
Oh he's gone, left me
Am I blue?
(You makin´me soo blue)
3 de junho de 2006
Samba do grande amor
Chico Buarque
1983
Tinha cá pra mim
Que agora sim
Eu vivia enfim o grande amor
Mentira
Me atirei assim
De trampolim
Fui até o fim um amador
Passava um verão
A água e pão
Dava o meu quinhão pro grande amor
Mentira
Eu botava a mão
No fogo então
Com meu coração de fiador
Hoje eu tenho apenas uma pedra no meu peito
Exijo respeito, não sou mais um sonhador
Chego a mudar de calçada
Quando aparece uma flor
E dou risada do grande amor
Mentira
Fui muito fiel
Comprei anel
Botei no papel o grande amor
Mentira
Reservei hotel
Sarapatel
E lua-de-mel em Salvador
Fui rezar na Sé
Pra São José
Que eu levava fé no grande amor
Mentira
Fiz promessa até
Pra Oxumaré
De subir a pé o Redentor
Hoje eu tenho apenas uma pedra no meu peito
Exijo respeito, não sou mais um sonhador
Chego a mudar de calçada
Quando aparece uma flor
E dou risada do grande amor
Mentira
Chico Buarque
1983
Tinha cá pra mim
Que agora sim
Eu vivia enfim o grande amor
Mentira
Me atirei assim
De trampolim
Fui até o fim um amador
Passava um verão
A água e pão
Dava o meu quinhão pro grande amor
Mentira
Eu botava a mão
No fogo então
Com meu coração de fiador
Hoje eu tenho apenas uma pedra no meu peito
Exijo respeito, não sou mais um sonhador
Chego a mudar de calçada
Quando aparece uma flor
E dou risada do grande amor
Mentira
Fui muito fiel
Comprei anel
Botei no papel o grande amor
Mentira
Reservei hotel
Sarapatel
E lua-de-mel em Salvador
Fui rezar na Sé
Pra São José
Que eu levava fé no grande amor
Mentira
Fiz promessa até
Pra Oxumaré
De subir a pé o Redentor
Hoje eu tenho apenas uma pedra no meu peito
Exijo respeito, não sou mais um sonhador
Chego a mudar de calçada
Quando aparece uma flor
E dou risada do grande amor
Mentira
1 de junho de 2006
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