“A luz está apagada. Na platéia, o espectador se aquieta. Seu calar, sua predisposição a ser bombardeado por um simulacro de vida está para começar. A única luz que acende é a de seu aparelho móvel, para logo, logo apagar-se. Ele não está mais disponível para ser achado em qualquer lugar por um satélite artificial em órbita terrestre. Um terceiro sinal toca, a peça está para começar. A luz acende. Acende ou ascende? O espectador se assusta. Ele não reconhece o que está na sua frente. É amórfico. Não é nada. Ou talvez seja, mas se é alguma coisa, é tão rápido que chega ser imperceptível ao olho humano. O espectador fica aflito, seria melhor se a luz estivesse apagada. O espectador se mexe, inquieto na cadeira, tentando identificar naquilo, algum sentido, algum propósito. Racionalizando, especulando...”
“E por um breve e precioso segundo, ele percebe, de forma abstrata, algo ali que lhe é estranhamente familiar. Algo que ele já foi, ou será, ou talvez seja... E se questiona como isso é possível. O espectador não entende, mas passa a observar. Agora ele gostaria que a luz estivesse mais potente. “Luz, mais luz” ele pensa. E essa invocação é atendida. Naquele momento, todas as luzes do teatro estão acesas. Todas. Inclusive e principalmente as de saída de emergência. O espectador percebe que ele está em cena, junto com aquilo ali que está em sua frente, no palco. É sobre ele que aquele veículo de alegorias e simbolismos, flutuante e inconsistente, está falando. Ou sobre algo dele, algo que agora está em plena luz. São improvisos, monólogos, comédias, clássicos, rock´n´roll brazuca, religião, auto-ajuda, poéticas, “distanciamento”, performances, sofrimento em dança... Tudo aquilo que o espectador julgava, antes de morrer e renascer à luz do teatro não existir em si mesmo. E que mesmo sob a própria luz, ainda julgue se é que existe em si. O espectador está tão exposto nesse momento que ele questiona até se julga alguma coisa. Será ele tão amorfo quanto aquilo que está no palco? E como viver com essa angústia, naquele mundo fora do teatro? Será que o mundo fora do teatro é o mundo real? Ou será que ali, naquele local, esteja uma possibilidade do mundo ? O mundo está girando? A galáxia? O universo? A co-presença corporal ator-espectador está girando vertiginosamente?”
“De repente, novo susto para o espectador. Todas as luzes se apagam. Ou quase todas. Aquela primeira luz ainda está lá. O ser amorfo some quando esta ultima, por fim, se apaga. Novamente a luz retorna. É um ator que está no palco. Ele está cansado. Suado. E ele se choca. O espectador não está mais lá... Ele desce do palco, aflito. Procura de forma desesperada o espectador. Não houve aplausos. O ator não sabe se o espectador gostou. Não sabe se tudo que ele viveu surtiu algum efeito. Não houve agradecimento, crítica, sorriso, indiferença, conselho, vaia, choro, nada. O ator, desamparado, percebe muito rapidamente que a poltrona onde o espectador está diferente. Ela está marcada em volta, como se alguém houvesse ficado sentado ali por muito tempo. Intuitivamente, ele olha para o seu banquinho no palco. Ele está molhado de suor. O ator percebe que ambos, ele e espectador, ocuparam espaço, modificaram o mundo ao seu redor, se modificaram. Então, ao se mover ao acaso, o Ator então percebe por um breve instante algo espetacular para ele. Um feixe de luz partiu de sua poça de suor sobre o banquinho em direção á poltrona marcada. Foi muito rápido, mas o ator viu. Sorrindo, resolve bater palmas.”
13 de julho de 2007
23 de maio de 2007
Pensamentos á revelia. Repensando a vida.
Graças aos amigos, amigos de verdade, estão repensando tudo.
Primeira coisa: Aprender a dizer NÃO. Afirmar minha individualidade sem querer abraçar o mundo com as pernas... Foco... Segundo: projetar o que eu quero pra daqui á 1 ano, 2 anos, 4 anos, 8 anos, 12 anos....
Saber pra onde estou caminhando, manter-me nele, pra ir me adaptando e desfrutando-o com contentamento. Projetos para atuar, para aprender a dirigir, e estudo pra crescer em ambas as coisas, e pra me tornar um excelente professor. Uma pessoa acadêmica. Um artista vivencial , que une a teoria com a prática...
Graças aos amigos, amigos de verdade, estão repensando tudo.
Primeira coisa: Aprender a dizer NÃO. Afirmar minha individualidade sem querer abraçar o mundo com as pernas... Foco... Segundo: projetar o que eu quero pra daqui á 1 ano, 2 anos, 4 anos, 8 anos, 12 anos....
Saber pra onde estou caminhando, manter-me nele, pra ir me adaptando e desfrutando-o com contentamento. Projetos para atuar, para aprender a dirigir, e estudo pra crescer em ambas as coisas, e pra me tornar um excelente professor. Uma pessoa acadêmica. Um artista vivencial , que une a teoria com a prática...
14 de fevereiro de 2007
Olá,
Estou revenviando um email que recebi de uma amiga e companheira de classe artística, Karen Accioly, criadora e diretora do Centro de Referência do Teatro Infantil , convidando para um encontro para se discutir a violência, motivada pela "missa da candelária em ação ao terrível ato sofrido pelo menino João Hélio" .
O convite segue lá embaixo. Depois dele,tomei a liberdade de uma retórica mal desenhada em forma de opnião. Quem quiser, nem se incomode de ler minhas sandices. Mas se você curtiu o convite e achar que vale a pena , pode ler e contestar. Provoque-se. Provoque-me.
----- Original Message -----
From: "Karen Acioly"
Sent: Wednesday, February 14, 2007 2:13 PM
Subject: Encontro no Teatro do Jockey/Centro de Referência do Teatro Infantil
Amigos, Acabamos de voltar da missa da candelária em ação ao terrível ato sofrido pelo menino João Hélio.Após conversarmos muito, acreditamos que muito mais tenhamos para conversar.Por este motivo , gostaríamos de agendar um encontro na primeira semana de Março , sábado, às 10 horas da manhã no Centro de Referência do Teatro Infantil/Teatro do Jockey, para conversarmos sobre a violência a que estamos todos, inclusive as crianças, expostos.Para tal encontro, estaremos tentando chamar algumas autoridades locais no âmbito da justiça, segurança, do poder público, da infância.(Se pudermos organizar um mesmo encontro, em data semelhante em São Paulo e outras cidades será muito bom.)Para tal encontro, gostaríamos de ter a adesão de todos , independente de quaisquer pensamentos distintos, pois o encontro é realmente e justamente para refletirmos juntos sobre o que estamos sentindo e percebendo a respeito destas questões, desdobramentos, ações possíveis. Enfim,Começaremos uma lista de inscrições e convites, para nos assegurarmos do possível quórum e do interesse de todos a respeito destas questões.É só um primeiro passo neste sentido. Todos estão convidados, por favor repassem o convite aos amigos e interessados. Obrigada: Karen Acioly p.s. O endereço do teatro é: Rua Mario Ribeiro, n. 410http://www.karenacioly.com.br/
*********************
O convite foi repassado. Vamos lá.
Pare de ler agora, se não quiser ser provocado
É sério, você tem coisa melhor pra fazer, inclusive, copiar essa parte de cima do email , sem essa parte de baixo
e repassar pra classe artística e amigos simpatizantes que por ventura você tem contato.
Vai, apaga esse email e vai pular marchinha de carnaval que o Xexéo desencavou.
Hm, você ficou.
Bom, a opção é sua (alias, a opção é SEMPRE sua).
Ai vai:
Possuo opniões bem distintas sobre o assunto; ao mesmo tempo que o mesmo me choca, vejo toda a maquina da mídia voltada pra ele,criando a "tragedia da semana" , que incobre outras de ordens diversas mas todas de igual importancia, e vejo a formação de opnião quanto ao fim dos direitos dos menores, sendo que o criminosos motorista que dirigia o carro nem era menor (!!!). Concordo com o aumento da pena de crimes hediondos, mas também acho perigoso o nivel de discussão inflamada pedindo por pena de morte...
Essa opnião é realmente a da sociedade? Ou é algo que ela está sendo novamente conduzido-a "pensar"? Estamos realmente inconformados, estamos reagindo finalmente, ou estamos sendo levados, essa semana, a pensar isso, enquanto se joga terra em cima do buraco do metrô de sampa, enquanto se esconde restos de ônibus queimados, enquanto questões de ética politica e social são esquecidas e viram meras citações datadas ? O que está sendo desviado do nosso olhar, enquanto estamos sendo mesmerizados pelo assunto da semana? Essas questões, a real razão pelo que as tragedias ocorrem e continuam ocorrendo, as CAUSAS e não os SINTOMAS que me preocupam: Quem ganha com o excesso de exposição da mídia em cima dessa tragédia ?
Não é frieza, nem insetatez, mas essa "normatização" da opnião me preocupa.
Me preocupa quando recebo email propondo que homenageamos o menino como bons cristãos, num prostesto silencioso, colocando uma flor antes do nosso nome no messenger, usando preto por um dia, parando por 10 minutos , "como bons cristãos que somos". HOMENAGEAR? HELLO!!!!!
O que é isso? É um prêmio agora ser famoso por uma semana por morrer tão brutalmente? E por servir a um comercio de formação de opnião?
Isso realmente é o que me assusta, o poder que esse "Beijo no Asfalto" ainda continua tendo, apesar do dramaturgo já ter denunciado.
"Vou vender jornal pra burro" continua gritando Amado Ribeiro. "Tem que respeitar, tem que respeitar! Eu não dou bola, eu não dou pelota!"
Enfim, acho que a questão pode ser motor para uma discussão MUITO mais ampla ao meu ver, sobre educação principalmente - a falta dela
(a real CAUSA ao meu ver, mas posso estar equivocado, dai se faz pertinente a troca de ideias) e outros assuntos que não os apedrejamentos e protestos falidos , equivocados e "manipulados". Posso estar totalmente equivocado e não enxegar esse assunto como a oportunidade do debate das proprias coisas que resaltei do alto de minha paranóia escorpiana. Ou, pior ainda, posso estar querendo fugir e me alienar do problema, antes que todos o façam. Não sei a resposta, mas gosto da pergunta. Sempre fui um péssimo oportunista, mas sei que preciso conviver com as oportunidades, abraça-las ou ver elas sendo abraçadas por quem possa as utilizar de forma ética. E acho minha preocupação, levemente exclarecida e um tanto quanto distanciada pra poder ver direito o problema que nos embassa a vista, é também genuína.
Como "agentes multiplicadores e formadores de opnião" que precisamos ser enquanto artístas, é de bom tom dar o nosso parecer e aparecer na discussão.
Abraços a todos em tempo de "tragédia e folia"
Estou revenviando um email que recebi de uma amiga e companheira de classe artística, Karen Accioly, criadora e diretora do Centro de Referência do Teatro Infantil , convidando para um encontro para se discutir a violência, motivada pela "missa da candelária em ação ao terrível ato sofrido pelo menino João Hélio" .
O convite segue lá embaixo. Depois dele,tomei a liberdade de uma retórica mal desenhada em forma de opnião. Quem quiser, nem se incomode de ler minhas sandices. Mas se você curtiu o convite e achar que vale a pena , pode ler e contestar. Provoque-se. Provoque-me.
----- Original Message -----
From: "Karen Acioly"
Sent: Wednesday, February 14, 2007 2:13 PM
Subject: Encontro no Teatro do Jockey/Centro de Referência do Teatro Infantil
Amigos, Acabamos de voltar da missa da candelária em ação ao terrível ato sofrido pelo menino João Hélio.Após conversarmos muito, acreditamos que muito mais tenhamos para conversar.Por este motivo , gostaríamos de agendar um encontro na primeira semana de Março , sábado, às 10 horas da manhã no Centro de Referência do Teatro Infantil/Teatro do Jockey, para conversarmos sobre a violência a que estamos todos, inclusive as crianças, expostos.Para tal encontro, estaremos tentando chamar algumas autoridades locais no âmbito da justiça, segurança, do poder público, da infância.(Se pudermos organizar um mesmo encontro, em data semelhante em São Paulo e outras cidades será muito bom.)Para tal encontro, gostaríamos de ter a adesão de todos , independente de quaisquer pensamentos distintos, pois o encontro é realmente e justamente para refletirmos juntos sobre o que estamos sentindo e percebendo a respeito destas questões, desdobramentos, ações possíveis. Enfim,Começaremos uma lista de inscrições e convites, para nos assegurarmos do possível quórum e do interesse de todos a respeito destas questões.É só um primeiro passo neste sentido. Todos estão convidados, por favor repassem o convite aos amigos e interessados. Obrigada: Karen Acioly p.s. O endereço do teatro é: Rua Mario Ribeiro, n. 410http://www.karenacioly.com.br/
*********************
O convite foi repassado. Vamos lá.
Pare de ler agora, se não quiser ser provocado
É sério, você tem coisa melhor pra fazer, inclusive, copiar essa parte de cima do email , sem essa parte de baixo
e repassar pra classe artística e amigos simpatizantes que por ventura você tem contato.
Vai, apaga esse email e vai pular marchinha de carnaval que o Xexéo desencavou.
Hm, você ficou.
Bom, a opção é sua (alias, a opção é SEMPRE sua).
Ai vai:
Possuo opniões bem distintas sobre o assunto; ao mesmo tempo que o mesmo me choca, vejo toda a maquina da mídia voltada pra ele,criando a "tragedia da semana" , que incobre outras de ordens diversas mas todas de igual importancia, e vejo a formação de opnião quanto ao fim dos direitos dos menores, sendo que o criminosos motorista que dirigia o carro nem era menor (!!!). Concordo com o aumento da pena de crimes hediondos, mas também acho perigoso o nivel de discussão inflamada pedindo por pena de morte...
Essa opnião é realmente a da sociedade? Ou é algo que ela está sendo novamente conduzido-a "pensar"? Estamos realmente inconformados, estamos reagindo finalmente, ou estamos sendo levados, essa semana, a pensar isso, enquanto se joga terra em cima do buraco do metrô de sampa, enquanto se esconde restos de ônibus queimados, enquanto questões de ética politica e social são esquecidas e viram meras citações datadas ? O que está sendo desviado do nosso olhar, enquanto estamos sendo mesmerizados pelo assunto da semana? Essas questões, a real razão pelo que as tragedias ocorrem e continuam ocorrendo, as CAUSAS e não os SINTOMAS que me preocupam: Quem ganha com o excesso de exposição da mídia em cima dessa tragédia ?
Não é frieza, nem insetatez, mas essa "normatização" da opnião me preocupa.
Me preocupa quando recebo email propondo que homenageamos o menino como bons cristãos, num prostesto silencioso, colocando uma flor antes do nosso nome no messenger, usando preto por um dia, parando por 10 minutos , "como bons cristãos que somos". HOMENAGEAR? HELLO!!!!!
O que é isso? É um prêmio agora ser famoso por uma semana por morrer tão brutalmente? E por servir a um comercio de formação de opnião?
Isso realmente é o que me assusta, o poder que esse "Beijo no Asfalto" ainda continua tendo, apesar do dramaturgo já ter denunciado.
"Vou vender jornal pra burro" continua gritando Amado Ribeiro. "Tem que respeitar, tem que respeitar! Eu não dou bola, eu não dou pelota!"
Enfim, acho que a questão pode ser motor para uma discussão MUITO mais ampla ao meu ver, sobre educação principalmente - a falta dela
(a real CAUSA ao meu ver, mas posso estar equivocado, dai se faz pertinente a troca de ideias) e outros assuntos que não os apedrejamentos e protestos falidos , equivocados e "manipulados". Posso estar totalmente equivocado e não enxegar esse assunto como a oportunidade do debate das proprias coisas que resaltei do alto de minha paranóia escorpiana. Ou, pior ainda, posso estar querendo fugir e me alienar do problema, antes que todos o façam. Não sei a resposta, mas gosto da pergunta. Sempre fui um péssimo oportunista, mas sei que preciso conviver com as oportunidades, abraça-las ou ver elas sendo abraçadas por quem possa as utilizar de forma ética. E acho minha preocupação, levemente exclarecida e um tanto quanto distanciada pra poder ver direito o problema que nos embassa a vista, é também genuína.
Como "agentes multiplicadores e formadores de opnião" que precisamos ser enquanto artístas, é de bom tom dar o nosso parecer e aparecer na discussão.
Abraços a todos em tempo de "tragédia e folia"
2 de fevereiro de 2007
30 de janeiro de 2007
Escolhas podem ser, às vezes, um trabalho hercúleo.
Estou ainda bastante Avestruz, tudo me assusta, tudo eu quero me esconder e não ter que pensar.
Estou ainda bastante Avestruz, tudo me assusta, tudo eu quero me esconder e não ter que pensar.
Mas, mesmo assim, estou conseguindo ser verdadeiro com esse meu momento de luto e regenerativo.
Espero que os amigos de verdade compreendam e aceitem. Espero que as portas que parecem se fechar, na verdade, só se encostem. Mas, por outro lado, tenho uma esperança infantil que , nas poucas portas que eu abro, passo ou vislumbro, são exatamente as que eu posso e quero passar, abrir e vislumbrar.
Não sei se isso faz algum sentido pra quem lê.
Faz pra quem escreve, faz mesmo.
26 de janeiro de 2007
Qual sabor será o seu?
Será de rosa mosqueta?
Será aquele morango azedo?
Tutti frutti é que não é.
Nem pina colada, muito menos.
Qual sabor será que você tem?
Será que arde na minha língua?
Será que me fará querer mais?
Tenho pavor de gostar
Tenho vontade de provar
Que sabor será que você dará?
Será que um dia vou provar... ?
Será de rosa mosqueta?
Será aquele morango azedo?
Tutti frutti é que não é.
Nem pina colada, muito menos.
Qual sabor será que você tem?
Será que arde na minha língua?
Será que me fará querer mais?
Tenho pavor de gostar
Tenho vontade de provar
Que sabor será que você dará?
Será que um dia vou provar... ?
14 de novembro de 2006
Garden party - Marillion
(derek dick, steve rothery, mark kelly, pete trewavas, ian mosley, brian jelliman, diz minnitt)
Garden party held today
Invites call the debs to play
Wayward sons again have fathers
Hello, dad!, hello, dad!
Edgy eggs and queuing cumbers
Rudely wakened from their slumbers
Time has come again for slaughter
On the lawns by still cam waters
Its a slaughter, its a slaughter
Champagne corks are firing at the sun again
Swooping swallows chased by violins again
Straafed by strauss they sulk in crumbling eaves again
Oh God not again!
Aperitifs consumed en masse display
Their owners on the grass
Couples loiter in the cloisters
Social leeches quoting chaucer
Doctors son a parsons daughter
Where why not and should they oughta
Please dont lie upon the grass
Unless accompanied by a fellow
May I be so bold as to perhaps suggest othello
Punting on the cam is jolly fun they say
Beagling on the downs, oh please do come they say
Rugger is the tops, a game for men they say
They say, good God they say
Im punting
Im beagling
Im wining
Reclining
Im rucking
Im fucking
So welcome
Its a party
Angie chalks another blue
Mother smiles she did it too
Chitters chat and gossips lash
Posers pose, pressmen flash, flash
Smiles polluted with false charm
Locking on to royal arms
Society columns now ensured
Returns to mingle with the crowds
Oh what a crowd
Oh, punting on the cam
Oh please do come they say
Beagling on the downs
Oh please so come they say
Garden party held today they say
Oh please do come
Oh please do come, they say
Marillion are a British Rock group formed in Aylesbury in 1979, whose 13 album career is generally regarded as comprising two eras, delineated by the departure of frontman Fish and arrival of Steve Hogarth in 1988. The core lineup of Steve Rothery (the only original member), Pete Trewavas, Mark Kelly and Ian Mosley has been unchanged since 1984.
(derek dick, steve rothery, mark kelly, pete trewavas, ian mosley, brian jelliman, diz minnitt)
Garden party held today
Invites call the debs to play
Wayward sons again have fathers
Hello, dad!, hello, dad!
Edgy eggs and queuing cumbers
Rudely wakened from their slumbers
Time has come again for slaughter
On the lawns by still cam waters
Its a slaughter, its a slaughter
Champagne corks are firing at the sun again
Swooping swallows chased by violins again
Straafed by strauss they sulk in crumbling eaves again
Oh God not again!
Aperitifs consumed en masse display
Their owners on the grass
Couples loiter in the cloisters
Social leeches quoting chaucer
Doctors son a parsons daughter
Where why not and should they oughta
Please dont lie upon the grass
Unless accompanied by a fellow
May I be so bold as to perhaps suggest othello
Punting on the cam is jolly fun they say
Beagling on the downs, oh please do come they say
Rugger is the tops, a game for men they say
They say, good God they say
Im punting
Im beagling
Im wining
Reclining
Im rucking
Im fucking
So welcome
Its a party
Angie chalks another blue
Mother smiles she did it too
Chitters chat and gossips lash
Posers pose, pressmen flash, flash
Smiles polluted with false charm
Locking on to royal arms
Society columns now ensured
Returns to mingle with the crowds
Oh what a crowd
Oh, punting on the cam
Oh please do come they say
Beagling on the downs
Oh please so come they say
Garden party held today they say
Oh please do come
Oh please do come, they say
Marillion are a British Rock group formed in Aylesbury in 1979, whose 13 album career is generally regarded as comprising two eras, delineated by the departure of frontman Fish and arrival of Steve Hogarth in 1988. The core lineup of Steve Rothery (the only original member), Pete Trewavas, Mark Kelly and Ian Mosley has been unchanged since 1984.
30 de agosto de 2006
Hoje aconteceu um fenômeno.
Hoje eu mais uma vez estou apaixonado por ser ator
Já amo a profissão, já amo os palcos, os ensaios, a Arte, a loucura, o tesão de atuar, a predisposição...
Mas hoje eu pulei de novo. . . Nervoso, concentrado, aberto, pulei sem para-quedas no céu dos artistas, e pousei como um escolhido entre aqueles que me deram a honra e a oportuindade de me ver de cara limpa e coração aberto, aberto para o erro, errando e executando. Com verdade, com sentimento, com vida.
Merda, eu ainda vou morrer disso. Mas melhor que morrer de qualquer outra coisa. Inexoravelmente, morte de paixão e amor por atuar.
Hoje eu mais uma vez estou apaixonado por ser ator
Já amo a profissão, já amo os palcos, os ensaios, a Arte, a loucura, o tesão de atuar, a predisposição...
Mas hoje eu pulei de novo. . . Nervoso, concentrado, aberto, pulei sem para-quedas no céu dos artistas, e pousei como um escolhido entre aqueles que me deram a honra e a oportuindade de me ver de cara limpa e coração aberto, aberto para o erro, errando e executando. Com verdade, com sentimento, com vida.
Merda, eu ainda vou morrer disso. Mas melhor que morrer de qualquer outra coisa. Inexoravelmente, morte de paixão e amor por atuar.
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